Quarta-feira, 30 de Junho de 2004

Espirito inovador

image001.gif

É nestas Alturas que dou graças ao espirito inovador e inventivo da raça humana! Abençoado inventor do ar condicionado (um tal de William Carrier). Sim, porque nós aqui no Olimpo também aderimos às utilidades e inovações dos mortais!
Seja como for, esta ventoinha bem que vai fazer jeito. Mais logo, quando os nervos estiverem à flor da pele, e o calor invadir a alma dos lusos.
De qualquer modo já não estamos mal. Provámos que somos capazes. Agora é uma questão de sorte.

dimidium facti, qui bene coepit, habet
(Andou meio caminho, quem começou bem)


O som aconselhado para hoje é calmo e invade-nos o espirito de tranquilidade, preparando-nos para o grande desafio. “Laurie Anderson”, “White Lilly”.

Fiquem bem, caros mortais.
publicado por Zeus às 09:12
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Terça-feira, 29 de Junho de 2004

O repasto

Saudações caros amigos!
Por motivos alheios à minha vontade tive que interromper durante uns dias as minhas publicações. Estou de volta e prontinho para continuar.
Agradeço a preocupação de muitos mortais pela minha ausência. Demonstrada nos comentários e mails que recebi.

jantar.jpg

Todos os mortais adoram.
É nela, na mesa, ao jantar ou ao almoço que as grandes decisões são tomadas. Em frente a ela (a mesa) estratégias são delineadas, romances iniciados ou acabados. É na presença do prato de repasto que se discute o futebol, o vizinho do lado, as perspectivas do trabalho, do futuro etc etc.
É sentado em frente a um bom copo de vinho que declarações de amor ou humor são dissertadas. O vinho liberta o espirito, acompanhado da noite, se estivermos a jantar.


bonum vinum laetificat cor hominis
(O bom vinho alegra o coração do homem)


O som hoje é Lindíssimo e acompanha muito bem um jantar, “Four Play”.

Fiquem bem
publicado por Zeus às 09:45
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Terça-feira, 22 de Junho de 2004

Sou um sortudo

nudez.jpg

São eles através da sua imaginação e criatividade que nos fazem sonhar. Quando lemos um poema, deslumbramos um quadro, escutamos uma canção, nos divertimos no cinema, no circo, no teatro, etc, etc.
São eles, aqueles, cuja vida está condenada à criação, ao fazer explodir as emoções e criar sentimentos.
Por eles choramos, rimos, odiamos. Por eles damos tudo ou nada.
São eles, os artistas.
E quantos artistas tenho eu aqui no meu Olimpo! “linkados” ou retractados nos seus comentários e artigos ou nos mails que recebo.
Sou um sortudo meus caros amigos mortais.


ars longa, vita brevis
(A arte é longa e a vida é breve)


O som para hoje é duma subtileza e sensualidade do outro mundo (do meu). Relaxem com Buddha-Bar (existem 5 ou 6 álbuns). O nome do álbum advém dum restaurante em Paris muito famoso.
publicado por Zeus às 09:19
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Segunda-feira, 21 de Junho de 2004

Pequenas Grandes Conquistas

taca.jpg

São as pequenas grandes conquistas que tornam a vida dos mortais tão aliciante. Elas (as conquistas) podem ser a nível pessoal, quando por exemplo se atinge um determinado objectivo, não sendo este (o objectivo) necessariamente um grande feito, mas algo que traga a satisfação pessoal, uma vitória pessoal.
Finalmente temos as grandes conquistas, ou vitórias, que são atribuídas a um todo, ou seja pertencem a um colectivo. Essas são imensamente celebradas e trazem alegria a muitos mortais que por este ou aquele motivo se encontram numa fase menos boa. São as vitórias do alento.
Hoje, tal como o anúncio da TV, aquele em que a senhora estende pacificamente a roupa à janela e depois de rompante e efusivamente liberta o seu grito para a vitória, voltando depois aos seus afazeres, apetece-me gritar, Portugal!!!!! E voltar à preparação do post.


veni, vidi, vici
(Vim, vi, venci)

Fiquem bem, e deliciem-se com uma nova prosa que a Margarida amavelmente enviou para o Olimpo.

Compassos

Ontem....
Brilhavam-te os olhos
Com o brilho da esperança
O mundo era enorme para ti....
Eras menina, criança...
Com mãos cheias de sol...
Mas veio a chuva....
que dos teus olhos
levou o brilho
Agora....
Sentes os dias iguais
o mundo tornou-se pequeno
Não olhas a tua sombra
Os fantasmas não têm sombra
Pobre alma que se enlutou...
Ele partiu...mas em ti
Para sempre ficou....
A noite que desejas
é somente para sonhares
O sonho que ontem sonhaste
Pensas...
Haverá algo mais?
E o futuro quando virá?
Até quando se cala um sonho?
Até quando se adormece a alma?
Compassos de espera
Sem passos...sem caminhos
Sem direcção...
Fechas os olhos e ...
Vestes a alma de novo
Com a roupa colorida da
Esperança...e és de novo
Menina....criança !

Margarida
publicado por Zeus às 09:47
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Sexta-feira, 18 de Junho de 2004

A tanga dos outros

tanga.jpg

Todos nós, entidades divinas incluídas, por vezes somos obrigados a dar a “tanga”, uma “tangazinha” por este ou aquele motivo. Não é considerado pecado capital, não mata e não faz mal. A “tanga” até que pode ser benéfica se for em quantidades mínimas, daquelas que não prejudicam ninguém e que por este ou aquele motivo nos faça sentir bem ou nos “safem” de situação menos boa.
E os mortais usam-na (à tanga) de toda a forma e feitio. As “tangas” da treta, aquelas sem importância, as “tangas” mais consistente, aquelas que já começam a pisar a linha do deletério, e finalmente os “tangueiros” propriamente ditos. Os “tangueiros” são aqueles mortais peritos na arte de “tangar”. Irritam como o caraças e “tangueiam” a torto e direito sem regras nem restrições, mesmo sabendo muitas vezes que os receptores já conhecem a “tanga” deles, no entanto não conseguem evitá-lo. Vivem uma vida da “tanga”.
Quando a “tanga” é pequena e sem importância ninguém deve levar a mal e por vezes a resposta à “tanga” é outra “tanga” ficando tudo bem sem zangas nem discórdias.
No entanto, se a “tanga” for infeccionada de mentira e veneno, o caso muda de figura. A essas (tangas), devemos fugir como o diabo (salvo seja) foge da cruz.
Pessoalmente, prefiro a tanga da menina da imagem.

cave illius semper qui tibi imposuit semel
(Acautela-te para sempre daquele que te enganou uma vez)

Hoje aconselho um som leve e fresco, daquele que não traz nada de novo mas que um “gaijo” até ouve quando está calor e não apetece coisas muito complicadas. Fúria do açúcar, Eu gosto é do Verão.

Meus caros e queridos mortais, um óptimo fim de semana para todos vós, divirtam-se estejam com os amigos e/ou família e aproveitem o Sol.
publicado por Zeus às 09:01
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Quinta-feira, 17 de Junho de 2004

A doença da fome

A Sara companheira do blog da Libelua (referenciado no Olimpo) enviou mais uma das suas prosas (acompanhada da imagem) carregada de emoção e sentimento. Desta vez sobre um tema que infelizmente ainda assola o mundo dos mortais. A doença da fome.
Leiam com atenção e reflictam.

vagabundo_cerca_copia.jpg


A Fome

No meu bairro dos subúrbios a vida decorre calma na aparência, embora não cresçam rosas nos beirais, nem sorriam sardinheiras nas varandas. Divide-se o dia entre o êxodo matinal e o regresso ao fim do dia, desperdiçadas horas em filas de trânsito para a grande cidade. Não eu, que trabalho no bairro dos prédios de nome poético, mas plantados como sementes que a eito caem na terra enxuta. Nem os meus alunos que são os filhos dessa gente de vidas a muito custo arrumadinhas, mas que às vezes adivinhamos humildes e envergonhadas. São brancos, pretos, indianos, muçulmanos, alguns chineses, tudo gente que labuta e precisa de voltar para dormir. Por isso a fome anda por aqui sorrateira, escondida em cada esquina do bairro, com essa cor pálida que nunca se chega a definir como tal, e pode parecer cansaço ou coisa ocasional. Nunca a vi de frente, arranhando janelas ou amarrotando orlas de vestidos. Escondida, sempre escondida, vai mordendo onde pode, mas nunca aos mesmas estômagos, nunca nos mesmos andares, mudando caprichosamente de prédio, como pulga que muda de cão.
Mas hoje, a fome apanhou-me a mim, pelo adiantado da hora, em pleno coração da grande cidade, onde fui porque no meu bairro só existem prédios com camas para as pessoas dormirem e há coisas que só se fazem na grande cidade. Rapidamente me sentei num daqueles lugares inventados para o come-em-pé, ou então com duas ou três mesas em que nos acotovelamos com comensais de ocasião. O empregado costuma acolher-nos com ar de toureiro que espeta as farpas no touro e desaparece em triunfo, e os seus olhos são um convite claro ao come-depressa-para-dar-lugar-a-outro-e-não-compliques. Ok. Carne de vaca guisada. Mas eu já não moro há muito, muito tempo na grande cidade e portanto esqueci-me que lá a fome não se mata nunca, nem se esconde - entra-nos pelos olhos adentro como espadas ou hastes sem flores. Arrasta-se pelas ruas como cão que ferra a todos, deixando um rasto de si nos corações, nos corpos, nos olhos suplicantes, nos estropiados membros, na boca dos milhares de indigentes, velhos, ciganos, criaturas de olhos rasgados e maçãs salientes, pálidas, um português esquartejado, como o corpo que já não se sente...
E ela veio, sorrateira como no meu bairro, abeirar-se de mim, inequívoca, sem se encapotar de tristeza ou cansaço. Comia eu junto à vitrina que dá para a praça do Areeiro dita, esse lugar que respira Estado Novo e tem agora o nome de um político daqueles que nunca teve fome. Levanto os olhos sem bem saber porquê, talvez por me sentir assim uma vitrine de iguarias e esbarro com uns olhos ávidos para o meu prato, à transparência do vidro. Foi breve o ancorar de olhares, mas eloquente a conversa. Um dedo em riste para o prato, agitando-se em muda interpelação e eu que aceno com a cabeça, não sabendo bem o significado do meu gesto afirmativo. E o homem entra pelo restaurante, e antes que o empregado possa reagir, estende a mão para o meu prato e leva à boca quantos bocados lá couberam, um a um, os olhos abertos para comerem também, naquela sofreguidão que foi certamente a contenção de muitas e muitas horas... Ainda me arrebanhou arroz antes de sair, humilde, envergonhado, recurvado para a presa, arrastado pelo braço do diligente patrão da casa... E eu levantei-me para o chamar. Já não o vi. A fome ficou ali também comigo a mirar o rumo dos seus passos, procurando já o seu encalço, como cão fiel que segue, arreganhado, o dono cravando-lhe os dentes na carne, num rasgar sem tino. Eu já não comi. De repente percebi que nunca antes tinha tido fome.

Hoje, ano de 2003, num país à beira do mar, mal plantado...



auri sacra fames
(Maldita fome de ouro)

O som de hoje é bastante antigo e ainda actual. “Live aid", "We are the World,We are the Children...".

Fiquem bem, o fim de semana está à porta, a felicidade paira no ar...afinal ontem os mortais portugueses duma forma ou de outra brilharam.
publicado por Zeus às 09:37
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Quarta-feira, 16 de Junho de 2004

Todos os mortais necessitam de um

amizade.jpg

Todos os mortais necessitam de um ou dois, ou os poucos mas bons. Todos os mortais precisam e recorrem com frequência aos seus amigos. Mesmo os Deuses.
São os amigos que nos acompanham nas horas mais tristes e difíceis, são eles (os amigos) que nos devem criticar e alertar para determinados comportamentos e atitudes.
São neles que pensamos muitas vezes quando temos saudades, ou quando a solidão nos invade o espirito. São a eles que devemos muitos momentos felizes da nossa vida.
E ela (a amizade) vai sendo construída de pequeninas coisas e com o passar do tempo.


amicus certus in re incerta cernitur
(O amigo certo manifesta-se na ocasião incerta)


O som aconselhado para hoje é Zeca Afonso, traz outro amigo também.

Saudações, caros mortais.
publicado por Zeus às 11:13
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Terça-feira, 15 de Junho de 2004

Vamos ver o que o futuro nos reserva

aguia.jpg

Foram anos e anos de luta, de guerras, conspirações e afins que permitiram à maior parte dos mortais por esse mundo fora, conquistar uma das palavras mais importante de qualquer vocabulário ou língua. Liberdade! E gritam por ela (a Liberdade) sempre que lhes apetece. É o direito da escolha, de opinar, de dizer não ou sim! É o direito de conduzir a vida de cada um da forma que mais lhe convém.
Infelizmente ainda hoje, nos nossos dias, existem muitos mortais privados desses direitos..
Vamos ver o que o futuro nos reserva.

libertas quae sera tamen
(Liberdade ainda que tardia)

Hoje deixo-vos com um poema muito expressivo que a Margarida enviou para o Olimpo.
Fiquem bem


Querer de novo

Pintaria o sol de negro
Se soubesse que a noite
Te traria, neste dia....
Calaria todos os relógios
Se pudesse parar o tempo
Enxugaria todas as lágrimas
Se soubesse que sentiria
Ainda os teus beijos
Abriria as mãos
Se aqui tivesse as tuas
E se eu pintar o sol
de negro?
Virás mais depressa
neste dia?
E se eu calar este relógio
que me afasta de ti
em cada minuto que passa?
ficarás mais perto?
E se eu deixar de chorar
estas lágrimas que limpam
do meu rosto os teus beijos
sentirei ainda os teus lábios?
E se abrir a mão que fecho?
Pegar-lhe-ás de novo?

Margarida
publicado por Zeus às 11:27
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Segunda-feira, 14 de Junho de 2004

É triste, mas é a vida!

praia.jpg

Este fim de semana, porque os habitantes do Olimpo também a isso têm direito, estive na praia.
E que maravilha! Estive na Comporta, ou perto, porque não gosto daquelas praias em que existem mais mortais por metro quadrado que a própria Sílica.
E como soube bem..compreendo agora os mortais que ansiosamente esperam pelo Verão para poderem usufruir daqueles 22 dias úteis de férias, e onde depois cá dentro ou lá fora se esperneiam todos regalados ao Sol. Pelo menos grande parte deles preferem a praia, havendo é claro excepções.
Mas o pensamento do dia não se situa nas praia e no Sol e nas “gaijas” deitadas ao sol, de biquini, fato banho e afins, ou nos “gaijos” bronzeados e afins.
O pensamento do dia situa-se na incongruência de alma e de espirito a que um mortal (a maior parte deles) se vê obrigado a viver. Ora vejam;
O ano do calendário terrestre tem 365 dias ou 366, depende. Um mortal trabalha em média 35 anos, ou seja 12775 dias, contando com os fins de semana e feriados (mais coisa menos coisa), se contabilizarmos no mesmo período de tempo os dias de férias, chegamos a uns míseros 770 dias que durante 35 anos os mortais dispõem para se esticar ao Sol e descansar.
Mesmo assim, existe muita boa gente que ou não tem os tais 22 dias ou se os tem passa-os em casa por motivos financeiros ou outros que tais.
É triste, mas é a vida!


par est fortuna laboris
(A fortuna é companheira do trabalho)

O som aconselhado para hoje é obviamente Mick Jagger, let’s work.

Fiquem bem meus adorados mortais.
publicado por Zeus às 10:33
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Sexta-feira, 11 de Junho de 2004

Missão Divina

Tenho por missão divina publicar textos e imagens não só minhas como também aceder aos pedidos que alguns mortais me fazem para publicar em nome deles (dos mortais).
De qualquer modo sempre que o faço, informo, como é o caso de hoje.
A Isa, nobre criadora de prosa enviou o texto seguinte anexado da respectiva imagem. Para evitar ferir susceptibilidades será unicamente visível quando carregarem lá no “iconzinho”.

Escandalizem-se


E a Isa escreveu assim:

Entendo que muitas vezes tentamos levar a vida a brincar e em alguns momentos como uma forma de escape aos problemas e pressões que encaramos no dia-a-dia.
Um das formas de "distrair" o espírito são estas fotos de natureza pornográfica que trocamos... mas é importante que vejamos de forma bem clara o que é de facto relevante nas nossas vidas.
Recebi a foto de um pôr do sol, que confesso que me deixou extasiada, chegando ao ponto de reflectir sobre qual caminho estou construindo o meu carácter, além de uma incontrolável necessidade de compartilhar com os conhecidos e desconhecidos este sentimento, como o estou a fazer agora.
Vejam a foto em anexo, percebam toda a energia e mensagem que ela possui.



fiat lux
(Faça-se a luz)


O som hoje é potente e muito agradável de se ouvir, U2, In the Name of Love.

Um óptimo fim de semana para aqueles, como eu, estão a trabalhar neste dia pós feriado.
publicado por Zeus às 09:57
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