Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2006

Mas...

RUNAS.jpg

A prosa hoje tem muito que se lhe diga. Contudo, entretanto, no entanto, porém e todavia, depende da interpretação de cada um.

São os “mas..” da vida. Aqueles que estão sempre presentes no consciente ou inconsciente de cada mortal.
Raramente algo se torna concreto, exacto antes de passar pela fase do “mas...”. Aceito, mas....; sim, mas...; olha, vou lá, mas...; mas.., mas...
Anda na boca de toda a gente, proliferando na vida, como girassóis prontamente preparados para se voltarem para o astro raio assim que os primeiros raios matinais lhes tocam as pétalas.
Duma forma subtil ou propositada o “mas..” convive com cada ser mortal, qual lapa encrostada à sua rocha. Nasce e renasce várias vezes consoante as situações, disposições, exposições e conjunturas de cada um.
Abrir a mão e arremessar um “mas..” é prática corrente, ninguém estranha ou receia. Basicamente todos estamos preparados para os enfrentar.

Como é óbvio tudo seria muito mais simples se o dito fosse abolido, ou pelo menos utilizado somente em circunstancias muito especiais! Mas...isso seria querer demais.


Minimum vivit, qui nil quam vitam cogitat
(Vive muito pouco quem só pensa na vida)


Fiquem bem,
publicado por Zeus às 11:49
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Terça-feira, 24 de Janeiro de 2006

Renascer

nelogo.bmp


Durante anos
construí aquilo que sou,
feito de derrotas e vitórias,
amores e ódios,
prazer e mágoa.

De tudo vivi um pouco
colhendo sempre aquilo que resta:
de esperanças soltas,
de vida vivida,
de forças renovadas
e de sonhos...
que nunca deixarão de ser sonhos.

E que no fundo
serão sempre tudo o que resta
dum passado que é presente
transformado em futuro
que já é e deixa de ser...

Reencarnando um novo ser
que pode e sabe
com a certeza daquilo que quer,
daquilo que pode esperar,
daquilo que sente...

Sofrendo esse pedaço de mim
que nunca deixará de ser.


Appetit finis ubi incrementa consumpta sunt
(O fim se aproxima, quando o crescimento se consuma)


Celebremos então, Aquilo que Somos
publicado por Zeus às 10:37
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2006

Regras do Jogo

montanha.jpg


Cagar sentenças é fácil, não custa nada. Falar do pedestal, do cume da montanha é característico daqueles que querem impor e subverter as regras do jogo.

Basicamente todos nós já lá estivemos. Pelo menos uma vez na vida. Sentimos os pulmões cheios de ar fresco, de sapiência e sabedoria. Já todos nós vomitámos a nossa vontade a alguém!

Sabe bem, eu sei que sim!

São estas as regras do jogo da vida


Ferme fugiendo in media fata incurritur
(Quase sempre, ao se fugir, esbarra-se com o destino)


Fiquem bem,
publicado por Zeus às 18:56
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