Sexta-feira, 25 de Novembro de 2005

Miele

mask.jpg

Venuto a me miei dolce mortale!
Diventi esente dalla vostra mascherina!
Sorpassi le vostre sensibilità!
Vivono i vostri giorni con intensità
E gusto che cosa la vita fornisce voi.
È miele...


Baci per tutti
publicado por Zeus às 16:44
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9 comentários:
De Anónimo a 10 de Dezembro de 2005 às 19:34
o acaso fez-me descobrir este blog :)Bom fim de semana e...passe pelo meu cantinho e vote nas cartas ao Pai Natal :)angelis
(http://pedevento2004.blogs.sapo.pt)
(mailto:angelis@sapo.pt)


De Anónimo a 6 de Dezembro de 2005 às 21:37
Há cerca de dois anos foi a febre.

A bolgosfera era uma realidade imparável. Quem não tinha um blogue não existia. Era um facto. Todos nós tínhamos um, dois, uma mão cheia de blogues. Poesia, fotografia, política, erotismo, arte, opinião, música, fait divers, cinema, diários, reflexões, sexo, opiniões… toda a gente tinha tanto para dizer.

Os blogues portugueses eram já alguns milhares e nós, obviamente, existíamos.

Fazíamos blogues, como quem experimenta um prato novo para o jantar. Um por semana, era a média. Alguns queimaram-se, alguns não tinham sal, alguns mantiveram-se na blogosfera como pequenos petiscos que se saboreiam em noites e dias estrelados. Um deles, foi este. O Blogue de Cartas. A ideia surgiu numa noite de partilha e desafio.

E porque não? Aberto a quem quiser participar.

A Floreca disse

Todos nós temos cartas que nunca escrevemos,
cartas que nunca enviámos,
cartas que nunca deitámos fora...

Eu (na altura eramos mais de mim e de nós) achei que podíamos publicá-las.

Regras deste blogue? Nunca as fizemos. Foram surgindo.

O Blogue foi um sucesso. Divertimo-nos, rimos, escrevemos, exorcizámos fantasmas, apaixonámo-nos uns pelos outros, fizemos amigos. As pessoas foram aparecendo e ficando ou aparecendo e voando para outras paragens. Sem obrigação de ficar ou de partir. Apenas pelo prazer de escrever cartas, ou telegramas, ou bilhetes, ou mensagens ou.. ou…

Há sempre um destinatário dentro das nossas cartas. Há sempre um homem ou uma mulher dentro das nossas palavras escritas.


Agora decidimos reabrir o blogue de cartas.
Esperamos pelas vossas…LolaViola
(http://bloguecartas.blogspot.com/)
(mailto:teresa_lolaviola@hotmail.com)


De Anónimo a 5 de Dezembro de 2005 às 18:18
houve uma noite em que vieste
para sempre, para nunca mais,
para nunca mais saires de mim
e hoje dou graças a ti por me
teres chamado. sou feliz...
contigo. messenger
(http://lickfuckneed.blogspot.com)
(mailto:p_s_landeiroto@iol.pt)


De Anónimo a 4 de Dezembro de 2005 às 19:34
ops...ganda texto...:s, BethBeth
(http://euasos.blogs.sapo.pt/)
(mailto:xamina@sapo.pt)


De Anónimo a 4 de Dezembro de 2005 às 19:32
Oh eu aqui a agradecer os seus comentarios, obrigada. E já que estamos com "iraliano" aqui vão um poema lindissimo de Leopardi :)

"D'in su la vetta della torre antica,
passero solitario, alla campagna
cantando vai finché non more il giorno;
ed erra l'armonia per questa valle.
Primavera d'intorno 5
brilla nell'aria, e per li campi esulta,
si ch'a mirarla intenerisce il core.
Odi greggi belar, muggire armenti;
gli altri augelli contenti, a gara insieme
per lo libero ciel fan mille giri, 10
pur festeggiando il lor tempo migliore:
tu pensoso in disparte il tutto miri;
non compagni, non voli,
non ti cal d'allegria, schivi gli spassi;
canti, e così trapassi 15
dell'anno e di tua vita il più bel fiore.

Oimè, quanto somiglia
al tuo costume il mio! Sollazzo e riso,
della novella età dolce famiglia,
e te german di giovinezza, amore, 20
sospiro acerbo de' provetti giorni,
non curo, io non so come; anzi da loro
quasi fuggo lontano;
quasi romito, e strano
al mio loco natio, 25
passo del viver mio la primavera.
Questo giorno ch'omai cede alla sera,
festeggiar si costuma al nostro borgo.
Odi per lo sereno un suon di squilla,
odi spesso un tonar di ferree canne, 30
che rimbomba lontan di villa in villa.
Tutta vestita a festa
la gioventù del loco
lascia le case, e per le vie si spande;
e mira ed è mirata, e in cor s'allegra. 35
Io solitario in questa
rimota parte alla campagna uscendo,
ogni diletto e gioco
indugio in altro tempo: e intanto il guardo
steso nell'aria aprica 40
mi fere il Sol che tra lontani monti,
dopo il giorno sereno,
cadendo si dilegua, e par che dica
che la beata gioventù vien meno.

Tu, solingo augellin, venuto a sera 45
del viver che daranno a te le stelle,
certo del tuo costume
non ti dorrai; che di natura è frutto
ogni vostra vaghezza.
A me, se di vecchiezza 50
la detestata soglia
evitar non impetro,
quando muti questi occhi all'altrui core,
e lor fia vóto il mondo, e il dì futuro
del dì presente più noioso e tetro,
che parrà di tal voglia?
che di quest'anni miei? che di me stesso?
Ahi pentirommi, e spesso,
ma sconsolato, volgerommi indietro." TRADUcÇÃO: "O pássaro solitário:
Do alto da torre antiga, pássaro solitário, tu vais cantando pelos campos até quer morre o dia. Que grande doçura perpassa neste vale! A primavera brilha no ar, exulta por tudo e, ao vê-la, o coração se enternece. Balem ovelhas e mugem armentos. Todos os rumores se confundem neta revoada de mil pássaros pelo céu aberto! Enquanto eles festejam o seu melhor tempo, tu, pássaro solitário, não tens companhia, nem voas com eles e foges aos divertimentos! E assim cantando, sozinho, gastas a tua melhor idade. Oh! como se parece com a tua esta minha vida!

Alegrias e risos, desde os primeiros anos eu não os conheço, porque deles me distancio, como se deles fugisse. E, solitário e estranho, vivo sozinho a minha primavera.

Este dia, que está morrendo costuma ser festejado no meu rincão nativo. Tu ouves pelo céu sons de campanários, e de vez em quando o troar dos morteiros, que ribombam longe de vila em vila. E os moços da minha aldeia, vestidos de gala, vem á rua alegremente, para ver e serem vistos.

Eu permaneço solitário nesta remota parte do campo e protelo para outro tempo todo o prazer.

E enquanto olho o céu, após o dia sereno, o sol cai entre longínquos montes e, caindo, se desfaz e parece dizer que a linda mocidade está desaparecendo.

Tu, solitário pássaro, na noite que te darão as estrelas, nada estranharás, pois é a própria natureza que palpita nos teus vôos. Quanto a mim, se não puder evitar o marco trevoso da velhice e forem mudos aos outros os meus olhos, e para este for vazio o mundo, e o amanhã mais triste do que o ontem - que será de tal desejo? Que será destes meus anos? Que será de mim mesmo?

Ah!, quantas vezes, arrependido e desconsolado, eu não olharei para trás!"

Cumprimentos ai pelos Olimpus :), Beth*Beth
(http://euasos.blogs.sapo.pt/)
(mailto:xamina@sapo.pt)


De Anónimo a 26 de Novembro de 2005 às 08:40
Tens aqui um blog engraçado, tens sim senhora! De tudo se fala e se diz...Ruth
</a>
(mailto:ruth_blonde@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Novembro de 2005 às 18:12
Finalmente!! Estás de volta meu Zeus?Encantadora
</a>
(mailto:encantadora_serpentes@hotmail.com)


De Anónimo a 25 de Novembro de 2005 às 17:04
Tão simples, tão intenso, mas nem sempre verdadeiro, pois algumas máscaras não caem...BorboletaAssanhada
(http://www.osmeuscontos.blogspot.com)
(mailto:borboleta_assanhada@sapo.pt)


De Anónimo a 25 de Novembro de 2005 às 16:52
Estava saudosa Senhor do Olimpo! Grata pelas tuas bençãos de hoje! Muito belo, a máscara e artigo! BeijoMaria Papoila
(http://apapoila.blogs.sapo.pt)
(mailto:msantosilva@sapo.pt)


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