23 comentários:
De Anónimo a 19 de Julho de 2004 às 12:02

Eu aceito o desafio, de malas aviadas no hall, pronta para a partida. Aí vai, mas não te queixes depois se a coisa sair mal parida:


"Olha o meu corpo/
esta rosa ávida madura/
desenhado a cinzel/
pelos deuses da fartura.
Olha os paramentos/
que pus para os teus dedos/
e as tuas mãos rasgarem/
no momento da cegueira e da loucura/.
Olha como o meu corpo te apetece/
quando me apetece o teu./
Acende a chama/
e vê se a prumo o barco voga/
e se o teu corpo se abre/
na dobra do desejo/
Acende o leito acende a vela/
que eu vou no vento/
que à tarde se descobre/.
Toca-me e sem mais/
preâmbulos despe as rendas/
rasga o corpete, abre-me o sexo/
e possui-me de repente...

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Eheheheh! ó Zeus, o que me ri a fazer isto!! Eliminei por pudor algmas palavras mais fortes que pudessem chocar os teus leitores... E assim à presa, aqui fica, à laia de despedida. Vou por muito tempo, xiça. Já tenho soidades. Divirtam-se e até...
Beijinho (de) mortal!

deSaraComAmor
(http://oblogdalibelua.blogs.sapo.pt)
(mailto:deSaraComAmor@sapo.pt)


De Anónimo a 19 de Julho de 2004 às 11:21
Não sei porquê mas acho que vais deixar muita gente sem palavras :-) Beijos para o Olimpoinconformada
(http://palavrasapenas.blogs.sapo.pt)
(mailto:inconformada@sapo.pt)


De Anónimo a 19 de Julho de 2004 às 11:01
Pax vobis, carpe diem!Carlos Tavares
(http://omicrobio.blogs.sapo.pt)
(mailto:carlos.roquegest@mail.telepac.pt)


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